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Mostrando postagens de julho, 2021

POÉTICA CAPRICORNIANA

Não sou poeta, nem quero ser.  Mas como poesia não é só verso,  resolvi me aventurar nessa poética capricorniana. A mulher de coração firme, aquela que sabe bem o quer  - ainda que nem sempre corra atrás.  Tenho a arte de ser o que eu quero  e parecer muito fácil de ler. Mas o que você vê não é nem a metade  de tudo aquilo que eu tenho a dizer. Há quem diga que somos de gelo,  mas gelo é brasa forte e queima tal qual fogo. O que não se vê é que não temos tempo a perder. Dos joguinhos eu quero é distância. Em cima do muro comigo não rola. Se tu não sabe o que quer, eu decido. Tchau e bença, parceiro! Já tá esquecido. Povo acha que tá me lendo bem.  Ledo engano, nem sabe o que vem  Até tomar o primeiro choque...  Aí vai saber o tamanho que tem Certas coisas não tolero.  Duas chances pra poucos no máximo. Só vai me magoar uma vez... Mesmo doendo, mudo o rumo e parto. Se eu sair do jogo... Já era, perdeu. Meu orgulho não permite voltar ...